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Bolos de milho com salada de presunto

22 Maio

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Para uma refeição ligeira, para um jantar de petiscos, para uma entrada ou até mesmo para um brunch. Estes bolos de milho têm um toque exótico dos cominhos, a lembrar os sabores mexicanos, que combina muito bem com a salada de rúcula, tomate seco e presunto, com paladares tão típicos da cozinha mediterrânica. Impossível não gostar…

Ingredientes (2 pessoas, adaptado do livro “Cozinha rápida para saborear devagar”, Donna Hay)

– 140 g de milho cozido
– ½ chávena (de 240 ml) de farinha com fermento
– 1 ovo
– 2 colheres sopa de coentros picados
– ½ colher de chá de cominhos
– ½ colher de chá de fermento em pó
– 1 pitada de sal
– 70 g de folhas de rúcula
– 4 colheres de sopa de tomates secos, com azeite
– 6 fatias de presunto
– pimenta-preta q.b.
– azeite q.b.

Preparação

Na picadora juntar o milho, a farinha, o ovo, os coentros, os cominhos, o fermento e o sal e misturar bem, até obter uma massa homogénea.
Numa frigideira, aquecida com um fio de azeite, colocar duas a três colheres de sopa desta massa. Espalhar a massa, dando uma forma arredondada (como uma panqueca), e cozinhar o bolo dos dois lados até estar dourado. Cozinhar dois bolos por pessoa.*
Para servir, colocar a rúcula, o tomate seco e o presunto entre dois bolos de milho. Terminar com a pimenta-preta moída na hora e um fio de azeite dos tomates secos.

* Esta quantidade de massa dá para fazer quatro bolos de milho com cerca de 10 cm de diâmetro, sendo a quantidade indicada para uma refeição ligeira. Se pretenderem fazer bolos mais pequenos (por exemplo para servirem como tapas), basta reduzir a quantidade de massa de cada bolo e fazer bolos mais pequenos.

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Salada de figo com presunto e queijo da Ilha

15 Out

Eles ainda andam por aí, os figos. Atrasaram-se um pouco este ano.

É curioso como há 3 anos cá em casa não os suportávamos, a não ser secos…

Mas a verdade é que agora os figos frescos aqui servem para tudo: entradas, sobremesas, compotas…e só não são (ainda) usados em licores, porque não calhou este ano…quem sabe para o próximo.

Os figos são um alimento interessante, tanto sob o ponto de vista nutritivo (70 calorias por 100 gramas e muito rico em fibras), mas também do ponto de vista de aptidão gastronómica.

Para aproveitar os que ainda nos continuam a chegar da Quinta da Romeira, resolvemos utilizá-los num prato extremamente simples (e que se encontra por aí em dezenas de blogues com pequenas variações), ainda assim delicioso, nutritivo, e harmonioso. Sem grande trabalho, esta salada pode até transformar-se num prato principal, num dia de verão, numa esplanada de praia. Pode por exemplo ser enriquecida com umas nozes simples ou caramelizadas. Pode também dar-se um toque mais fresco se em vez do queijo da Ilha, se usar queijo fresco de cabra, por exemplo.

Ingredientes (2 pessoas)

– 4 figos frescos descascados e cortados em quartos (*)
– 4 fatias finas de presunto
– 6 fatias fininhas de queijo da Ilha
– rúcula ( a gosto)
– 1 colher sopa vinagre balsâmico
– 3 colheres sopa de azeite
– 1 pitada de flor de sal

Preparação:

Começar a preparação do vinagrete: juntar azeite, vinagre balsâmico e sal e misturar até criar uma emulsão. Reservar.
Juntar os figos, o presunto, o queijo e a rúcula, e temperar com o vinagrete.

E já está! Não há muita margem para falhar. Desde que os ingredientes tenham qualidade, resulta sempre.

(*) Figos “caseiros” da Quinta da Romeira.

Salmorejo (porque menos é mais!)

22 Ago

Uma das suas principais virtudes da cozinha alentejana é a habilidade e criatividade para pegar em ingredientes considerados pouco nobres, e transformá-los em iguarias fantásticas, usando e abusando de ervas aromáticas, pão, alho, vinagre, etc.

O gaspacho é um destes exemplos. Embora a versão espanhola pareça mais interessante (é tudo picado e batido) visualmente e ao nível dos sabores, também o Alentejo tem a sua versão.

Mas em Espanha, vão mais longe, e na zona de Andaluzia, existe também o salmorejo, que é uma espécie de gaspacho mais minimal na variedade de ingredientes, pois não leva pepino, nem pimento. Em contrapartida, leva maior quantidade de pão e mais azeite. O resultado acaba por ser uma emulsão / creme aveludado, ao contrário do gaspacho que é mais líquido.

É habitualmente usado como sopa fria, mas pode ser usada como molho para acompanhar coelhos, peixe alimado, marinado ou frito.

Conheci o salmorejo por acaso, quando em Doñana (Almonte, Andaluzia) procurava começar uma refeição com uma sopa, e a única que existia no menu era Salmorejo. Explicaram-me que era uma sopa tradicional local, fria, e à base de tomate. Como era Verão…não me fiz rogado. Para mim foi uma revelação; foi aliás nesse momento que percebi que o tomate é um ingrediente fantástico; ainda por cima quando combinado com outros 2 ou 3 ingredientes igualmente fabulosos como o presunto, o ovo ou as anchovas, percebemos que o salmorejo é magnífico, em vários sentidos: aos olhos é atraente, na boca é fresco, textura aveludada, e os paladares…a riqueza, doçura e acidez do tomate, com o picante do alho, o sal e untuosidade do presunto ou das anchovas, e o conforto do ovo…

Foi também depois de provar uma vez o salmorejo, que um mundo novo foi verdadeiramente explorado aqui por casa: o fantástico mundo das sopas frias. Afinal, menos é mais, e no Verão, ainda mais! Hoje é dia de Salmorejo!

Ingredientes (2 pessoas)

– ½ kg de tomate maduro de boa qualidade (*)
– 1 dente de alho picado (pode ser pequeno, para reduzir a intensidade “picante” do alho)
– 1 colher de sopa de vinagre balsâmico
– ½ colher de sobremesa de sal
– 3 ou 4 colheres de sopa de azeite
– 2 fatias de pão
– 1 taça de água

Preparação

Lavar os tomates e cortá-los em bocados (caso a liquidificadora tenha pouca potência, opte por remover a pele dos tomates, e eventualmente as sementes).
Humedecer o pão numa taça com água morna, usando o mínimo de água possível (o pão serve para dar mais espessura ao salmorejo).
Adicionar os ingredientes todos à liquidificadora, e bater até ficar uma mistura homogénea.
Caso a emulsão não esteja consistente, adicionar mais um pouco de azeite; se estiver muito líquido, adicionar mais pão humedecido.
Corrigir com o sal e eventualmente mais vinagre, e reservar no frigorífico.
Na hora de servir, decorar com ovo cozido e presunto picados ; eventualmente pode-se ainda decorar com anchovas e um fio de azeite ou gotas de vinagre.

(*) O tomate foi colhido na horta caseira da Quinta da Romeira

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