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Francesinha com ovo estrelado

8 Mar

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Não se pode dizer que a francesinha seja o prato mais saudável do mundo, mas que sabe bem, sabe! E uma de vez em quando (como tudo o que é comido com moderação), não faz assim tanto mal… A francesinha é uma imagem de marca da gastronomia do Porto. Já foi até considerada uma das dez melhores sanduíches do Mundo, e muitas são as discussões por onde se come a melhor francesinha no Porto. Há por aqui opiniões?

Nem se consegue perceber bem, aliás, porque não se internacionaliza o negócio da francesinha. Francesinha franchisada (soa a pleonasmo, mas não é), para concorrer com as sanduíches e os hamburgers espalhados pelo Mundo. Porque não?!  Fica a ideia…

Bom…mas cá por casa, de vez em quando, fazem-se francesinhas… a lembrar o Porto…. Algumas são feitas na versão mais original, noutras, como a de hoje, alguma da charcutaria tipicamente de porco é substituída por perú.

Ingredientes (2 francesinhas):

(Molho, adaptado Sabor Intenso)*

– 2 cebolas picadas
– 3 dentes de alho picados
– 20 g de margarina
– 1 folha de louro
– 50g de bacon
– 4 colheres de sopa de polpa de tomate
– 2 dl de vinho branco
– ½ litro de cerveja
– 2 dl de caldo de carne (caseiro, ou dissolver um cubo de caldo de carne em 2 dl de água)
– 2 colheres de sopa de sopa instantânea de marisco
– ½ dl de vinho do Porto
– ½ dl de whisky
– piri-piri q.b.

(Sanduíche)

– 6 fatias de pão de forma ligeiramente torrado
– 2 bifes de novilho finos
– 4 salsichas de perú
– 2 linguiças
– 4 fatias de mortadela de perú
– 4 fatias de fiambre de perú
– 10 fatias de queijo flamengo
– 2 ovos
– sal q.b.
– pimenta preta q.b.
– azeite q.b.

Preparação:

(Molho)

Picar finamente a cebola e o alho. Levar a refogar com a margarina, o louro e bacon.
Quando estiver refogado, juntar a polpa de tomate e o vinho branco. Deixar ferver.
Quando estiver a ferver, juntar a cerveja e deixar cozinhar em lume brando durante 15 minutos.
Dissolver a sopa instantânea no caldo de carne e, ao fim dos 15 minutos, juntar ao molho anterior, deixando ferver. Retirar do lume.
Retirar o bacon e o louro, e triturar com a varinha mágica.
Levar novamente ao lume e adicionar o whisky e o vinho do Porto.
Temperar com piri-piri a gosto e deixar ferver durante 2 minutos.
Retirar do lume e reservar.

(Sanduíche)

Temperar os bifes com sal e pimenta.
Aquecer o azeite numa frigideira, e fritar os bifes.
Juntar as salsichas para dourar um pouco.
Cortar as salsichas ao meio (no sentido longitudinal).
Cortar a linguiça em quatro partes (ao meio no sentido transversal e ao meio no sentido longitudinal).
Num prato que possa ir ao forno, colocar uma fatia de pão torrado no fundo, um bife, a linguiça e 2 fatias de mortadela de perú. Cobrir com mais uma fatia de pão torrado, e por cima colocar metade das salsichas, 2 fatias de fiambre de perú. Terminar com mais uma fatia de pão torrado. Cobrir com 5 fatias de queijo flamengo.
Repetir o processo para a outra francesinha.
Levar ao forno (cerca de 200 ºC) para gratinar, por aproximademente 5 minutos.
Entretanto, estrelar os ovos com um pouco de azeite.
Quando o queijo estiver derretido, colocar o molho quente por cima e terminar com o ovo estrelado, polvilhado com um pouco de pimenta.**

Acompanhar com batatas fritas.

* Esta quantidade de molho costuma ser suficiente para quatro francesinhas aqui por casa, por isso costumo congelar metade, que fica pronta para uma próxima francesinha.
** Costumo colocar palitos na francesinha, que ajudam a comê-la sem que se desmanche toda.

Molho béchamel para uma lasanha caliente

10 Jan

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O México tem andado cá por casa nos últimos tempos e do chili de um jantar para 4 que acabou por ser para 2 nasceu uma lasanha diferente, uma lasanha caliente. Nada mais fácil, placas de lasanha intercaladas com o chili, cuja receita fica prometida para um destes dias. E para completar a lasanha na perfeição, porque não um molho béchamel caseiro? Uma receita rápida,  fácil e que sai sempre bem de um molho utilizado em inúmeras preparações culinárias.

Ingredientes (adaptado d “O livro de Pantagruel”):

– 40 g de margarina
– 30 g de farinha
– ½ litro de leite

Preparação:

Num tacho derreter a manteiga em lume brando.
Quando estiver derretida adicionar a farinha e envolver bem.
Juntar o leite pouco a pouco e misturar bem com a vara de arames, deixando cozinha em lume brando (5-10 minutos) até engrossar.

A consistência deste molho pode ser alterada acrescentando mais leite (para um molho mais líquido) ou menos leite (para um molho mais espesso), consoante a utilização a que o molho se destina.

Manteiga de tomate seco ao sol e manjericão

24 Out

O outono já chegou e com ele os dias mais curtos, mais frios e a chuva. Cá por casa os raios quentes dos dias longos de verão foram guardados em frascos de tomates secos ao sol. Nos últimos verões tem sido assim, como um pequeno ritual… Quando os dias quentes de Agosto chegam, e com eles os tomates vermelhos, maduros e suculentos, a cozinha enche-se de vermelho. Os tomates são todos cortados em quartos, limpos de sementes e da parte interior, polvilhados com sal e colocados na varanda a secar durante 2 a 3 dias. Depois são guardados em frascos, cobertos com azeite e ervas e aromáticas, para que nos lembremos dos dias quentes de verão.

Estes foram utilizados para uma manteiga de tomate seco e manjericão, que foi servida com umas batatas assadas no forno. Muito bom!

Ingredientes (cerca de 55 g de manteiga)

– 40 g de manteiga com sal
-15 g de tomates secos ao sol (*)
– 3 folhas grandes de manjericão (cerca de 3 g)

Preparação

Retirar a manteiga do frigorífico cerca de 10 min antes para amolecer.
Juntar os restantes ingredientes e triturar com a varinha mágica.
Colocar num pedaço de papel celofane e enrolar em forma de cilindro e levar ao frigorífico, pelo menos durante 15 min antes de servir ou até estar solidificado.

(*) Tomates secos ao sol produzidos com tomates provenientes da Quinta da Romeira

Raita de Hortelã e Pepino com Kefir

19 Ago

A “raita” (ou raitha”) é um molho indiano à base de iogurte. A origem desta palavra em Hindu deriva da palavra sânscrita “Rajika”, significando mostarda preta e “tiktaka” (não confundir com o tiki-taka da selecção espanhola e do Barcelona…), afiado ou pungente. Alternativamente também pode ser chamada de “pachadi”.
Bom, mas indo ao que interessa…este tipo de molho acaba por ser bastante interessante em diversos pratos, e cá por casa já foi experimentado com uma sopa, e com um frango de inspiração indiana.
Adicionalmente, trata-se de um molho bastante saudável, sem recurso a gorduras, como natas, azeite, etc. Além disso, a sua preparação é deveras fácil, com a possibilidade de se dar largas à criatividade no tipo de especiarias para o tempero do iogurte, bem como na utilização de vegetais crus, ou frutas. Ainda assim, o que é habitual estar mais presente neste tipo de molho é sem dúvida os cominhos, mostarda preta, pepino e hortelã.
Na realidade, há uma grande semelhança com o “tzatziki”, de origem grega /turca, mas neste caso os cominhos não são uma especiaria frequente.
Segue então a versão feita aqui em casa. Em vez de iogurte, utilizámos kefir.

Ingredientes (8 pessoas)

– 1 pepino grande (*)
– 450 a 500 ml de kefir (ou iogurte natural, ou grego) (*)
– 4 colheres de sopa de hortelã (*)
– 1 colher de chá de cominhos
-¼ de colher de chá de pimenta de caiena

Preparação

Deve picar-se tudo na liquidificadora, mas só com um pouco de kefir (apenas para fornecer base líquida).
Depois retira-se e mistura-se com o restante kefir (não se liquidifica com o kefir todo, para não perder a espessura …claro que eu me esqueci disto, mas para a próxima não falha).

Uma coisa é certa: este molho é delicioso!

(*) O pepino foram colhidos na horta caseira da Quinta da Romeira; a hortelã veio directamente do vasinho da varanda;o kefir foi naturalmente produzido em casa…

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