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Feliz Ano Novo!

6 Jan

BoloReiRecheado

O primeiro post do ano, com desejos de um 2014 recheado com tudo o que mais desejarem e uma sugestão para o Dia de Reis. Um bolo rei um pouco diferente, recheado com doce de laranja e cenoura, que teve como inspiração o bolo rei com cereja do Fundão.

Bom Ano!

 

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Gin tónico e tostas mistas – um lanche para adultos

26 Abr

Gin_Tostas

Nos últimos tempos, temos assistido a uma crescente apetência dos portugueses para com o gin, especialmente os “gin premium”. Enquanto o consumo de whisky parece ter diminuído nos últimos anos, o gin segue exactamente um percurso inverso. Este “hype” à volta do gin percebe-se ao analisar que em Portugal, para além de sermos já um dos 10 principais países no consumo desta bebida para algumas marcas “premium”, muitas outras parecem agora surgir no mercado, com estratégias de marketing mais ou menos agressivas (ainda há uns meses estivemos numa prova de lançamento de uma marca de gin, por exemplo…), e garrafas com design marcadamente atraentes…nós aqui por enquanto ficamo-nos pelo material ainda existente, o “old fashioned” Bombay Sapphire.

Entretanto, os dias que agora se prolongam e as tardes quentes de Sol trazem lembranças de viagens passadas, que apetecem recordar. Um gin tónico e uma tosta mista fazem lembrar os fins-de-tarde no Faial e a esplanada do Peter’s.

Este é um lanche para adultos (que deve ser tomado com moderação)…

E para aqueles que não têm tostadeira (como é o caso aqui por casa), aqui fica a dica: as tostas ficam igualmente boas usando uma simples frigideira anti-aderente e uma tampa ou espátula para fazer pressão! Basta aquecerem a frigideira, colocarem a sandes (feita com pão caseiro, queijo e fiambre) e irem pressionando, primeiro de um lado e depois do outro durante alguns minutos, até o pão estar tostado e o queijo derretido. A ideia foi tirada daqui e funciona na perfeição!

Gin tónico: Ingredientes (por pessoa)

60 ml de gin tónico de qualidade
– 150 ml de água tónica (a água tónica da Schweppes é boa)
– 1/2 lima cortada em meias luas
– 6 cubos de gelo

Preparação

Colocar os cubos de gelo num copo alto, adicionar o gin e a lima, finalizando com a água tónica.

Simples!

A que horas o Mundo come?

27 Mar

Capture

“Encontramo-nos a que horas? Às 20h?…é muito tarde? Que tal às 17h00? Hein??”

Bom, se é verdade que este blog tem como principal tema “fazer viagens gastronómicas sem sair de casa”, não deixa também de ser verdade que para nós, viaja m…IR… é também um prazer incondicional.

E quando vamos a algum lado, por vezes somos confrontados com realidades bem diferentes das nossas, podemos mesmo ser apanhados desprevenidos – as horas das refeições, são uma das situações que nos podem surpreender…e neste aspecto, a surpresa quase sempre resulta mal: podemos bater com o nariz na porta de restaurantes, ou simplesmente não arranjar mesa por estar tudo cheio.

Já aconteceu chegar a um restaurante Brest (França) às 21h00, e percebi que já se estava a lavar o chão…foi então que percebi que nesse dia já não ía jantar…

Neste preciso momento, o que despoletou este post, foi mesmo a familiarização com almoços às…11h30. E o jantar às 17h00! Loucura? Não…realidade, pelo menos na Noruega. É certo que há já alguma flexibilidade de muitos restaurantes, mas os hábitos culturais são assim mesmo. Sair do trabalho às 15h30 / 16h00, para jantar 2 horas depois aquela que é a refeição principal. Pode parecer loucura, mas se imaginarmos que os Países escandinavos são países muito frios, se calhar a vontade de por exemplo saír à rua para jantar às 20h00, já não é muita.

Já para os nossos vizinhos espanhóis, a coisa é bem diferente. Para os espanhóis as refeições são realmente um prazer para saborear com tempo, principalmente se acompanhado com uma boa conversa. É por isso que para além de almoçarem por volta das 15h00 (muitas vezes seguido de sesta…), não se coíbem de jantar às 22h00, que, regra geral, é apenas uma refeição ligeira, constituída por tapas, vinho ou cerveja e dois dedos de conversa.

Já para não falar na Grécia: ninguém janta mais tarde do que eles. A coisa agrava-se no Verão, pois com o calor, a vontade de jantar é ainda menor…o que torna a meia noite como uma boa hora para entrar num restaurante!

Na realidade, são hábitos mediterrâneos: jantar tarde, onde se incluem também algumas regiões francesas, ou mesmo Portuguesas – como o Algarve, onde se janta mais tarde que no resto do País.

Estes hábitos acabaram também por se espalhar para a América do Sul.

Em Portugal, já todos sabemos como é…o lado mais negativo dos nossos rigorosos e pouco flexíveis hábitos alimentares (temos muito pouca flexibilidade no que respeita por exemplo à hora que jantamos) quando comparado com os nossos vizinhos espanhóis acaba por nos prejudicar na gestão de restaurantes e de reservas, uma vez que todos saem para almoçar ou jantar às mesmas horas…

É curioso o facto de na Rússia, por exemplo em São Petersburgo, as horas de jantar também variarem bastante – especialmente devido às grandes variações nas horas de Sol. Assim, se no Inverno se pode jantar às 19h, no Verão, em que existe o chamado Sol da Meia Noite / noites brancas, jantar às 23 não é nada de excepcional.

Nas grandes cidades e capitais os horários esbatem-se bastante, sendo já hábito refeições mais tardias. Os hábitos são contudo mais rígidos nas pequenas cidades ou vilas, onde ainda se verificam muitas refeições bem cedo.

Também é curioso que comparando vários países, as horas de almoço não variam assim tanto, mas as horas de jantar podem apresentar diferenças de quase 6 horas! Fica uma compilação de alguns países na tabela abaixo (note-se que esta lista não significa que não hajam diferenças dentro dos próprios países, muitas vezes bastante significativas. Assim, a tabela é apenas indicativa).

Horas das refeições(clique na imagem para ver tabela com melhor resolução)

Época dos alimentos

18 Set

Os últimos dias (perdão, semanas) têm sido um corropio, devido ao pico de fruta de época que coincide com o final do Verão. O facto de termos decidido há pouco tempo experimentar a criação de diferentes doces, compotas e licores, levou-nos rapidamente à conclusão que deveríamos aproveitar a abundância de diferentes tipos de fruta disponível nesta altura. Resultado: a nossa casa virou nas últimas semanas uma verdadeira mercearia caseira com fruta, acúcar, aguardente, etc., a entrar e rapidamente a desaparecer e transformar-se em doces e licores; na realidade tem sido uma corrida contra o tempo.

Depois dos tomates maduros da Quinta da Romeira, dos morangos de (onde?) via Mercado da Ribeira, dos melões de Malaqueijo e dos figos do Algarve que chegaram no final das férias em Tavira (juntamente com a alfarroba, mas esta está seca, e portanto “domesticada”), agora deparamo-nos com…frutas silvestres…resolvemos ir à “pesca” e obtivemos uma boa quantidade de amoras silvestres, e uma razoável quantidade de abrunhos silvestres, estes para uma experiência a uma escala mais pequena.

Ainda estamos a terminar licores de alfarroba (cuja época não é apresentada, uma vez que a alfarroba seca pode durar anos), e entretanto entramos já na época das abóboras e marmelos …uff!

Para ajudar a planear estas coisas no futuro, nada melhor do que tabelas com calendários da época dos alimentos. Espero que sejam bem empregues, mais não seja na escolha racional de produtos nos mercados: é que os produtos comprados na sua época são mais baratos, e igualmente mais saborosos.

Ficam então  os mapas dos seguintes alimentos (basta clicar em cima das figuras para obter os mapas em ponto grande):

123 Lets Cook!

viagens pelo mundo dos sabores sem sair de casa...

Mesa Marcada

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http://blog.foodzai.com/

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Three Fat Ladies

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Technicolor Kitchen

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Tartelette

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Sabores da Alma

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Pratos e Travessas

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Outras Comidas

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no soup for you

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Lume Brando

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In the mood for food

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gourmets {amadores}

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Receitas - From our home to yours - Português

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figo lampo

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Elvira's Bistrot

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De Cozinha em Cozinha passando pela Minha

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Cozinha com tomates

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come-se

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Cinco Quartos de Laranja

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Cannelle et Vanille

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Baunilha e Caramelo

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As Minhas Receitas

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Ardeu a padaria

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Caos na Cozinha

Experiências de uma cozinheira amadora, que gosta de experimentar coisas novas e tem muito jeito para a recriação de cenários de guerra na cozinha

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