Arquivo | Setembro, 2013

Sopa de tomate assado e manjericão

24 Set

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Os sabores do Verão guardados numa tigela de sopa. Uma sopa rica e aromática para aproveitar os últimos tomates da estação.

Ingredientes (2-3 pessoas, 750 ml)

– 500 g de tomates maduros
– 2 dentes de alho
– ½ cebola média
– 3-4 colheres de sopa de manjericão fresco
– 1 colher café de tomilho
– azeite q.b.
– sal q.b.
– pimenta preta q.b.
– água q.b

Preparação

Num recipiente que possa ir ao forno colocar os tomates cortados ao meio, a cebola e os dentes de alho. Regar com azeite e temperar com sal, pimenta e o tomilho.
Cobrir o fundo do recipiente com um pouco de água (não é necessária muita, só o suficiente para os tomates não pegarem) e levar a assar em forno pré-aquecido a 180ºC (cerca de 40-45 minutos).
Quando os tomates estiverem assados, colocar todos os ingredientes no liquidificador, adicionar as folhas de manjericão fresco, e bater até obter uma consistência cremosa. Se necessário acrescentar mais um pouco de água.
Retificar os temperos e servir polvilhado com um pouco de pimenta preta. Fica também muito bem com um fio de natas frescas na hora de servir.

Coisas irritantes em restaurantes

20 Set

waiter

Muita coisa pode correr mal quando resolvemos ir a um restaurante. Desde antes de entrar, até ao momento de pagar e sair. Neste post resolvemos listar algumas delas, as principais. Podem até ser só manias nossas, ainda assim, achamos que se todos os restaurantes do Mundo conseguissem evitar essas pequenas coisas, o Mundo seria certamente muito melhor J

Na realidade, esta nem sequer é uma lista fechada…será normal que vá sendo actualizada ao longo do tempo, à medida que vamos descobrindo mais coisas irritantes em novos restaurantes.

– estamos simplesmente a ver a carta à porta do restaurante, e de repente surge um empregado a pressionar, e a perguntar se temos alguma dúvida…- “sim, temos – a profissão do senhor é espantar possíveis clientes?”

– procuramos pela carta à porta do restaurante, mas ela não existe. Será que é mesmo um restaurante, ou uma cozinha para amigos?

– fazemos uma reserva, mas ao chegar ao restaurante, afinal temos de esperar por mesa livre. Parece que o overbooking não é só nos aviões e nos hotéis…

– resolvemos reservar mesa de não-fumadores, que afinal é uma pequeníssima área do restaurante. É castigo – se não fuma, pode ficar num ambiente claustrofóbico com 1 m3 de oxigénio, que é para não se armar em fino.

– depois de vermos a carta, decidimos fazer o pedido, mas dizem-nos que aquilo que queríamos afinal já não há… “ainda não tivemos tempo de actualizar a lista” – então avisem no momento em que a dão ao cliente!

– o empregado tem um incrível cheiro a tabaco e / ou a suor. Nada mais sedutor no início de uma refeição…

– pedimos coca cola, mas só há pepsi…(sim, porque existirem as duas num restaurante seria uma coisa impensável)

– pedimos vinho a copo, mas não existe…(e se quer beber, bebe 75cl como gente grande)

– pedimos um jarro de 1L de sangria, mas reparamos que no fim dá para encher míseros 2 copos, já que 75% é gelo e bocados de fruta (se esperar 1 hora que o gelo derreta, fico com mais sangria…e se pedir uma liquidificadora ainda faço um batido com a fruta da sangria)

– acabamos de nos sentar, e de seguida somos bombardeados com 10 diferentes couverts e entradas, quando não pedimos nenhum deles…mandamos todos para trás, e o empregado tira-os com má cara. Sim, porque quem vai a um restaurante tem sempre de comer umas azeitoninhas e um paté. Se não comer é porque é um tanso…

– pedimos sopa, que é servida a 100ºC. Depois de metermos uma colher à boca, percebemos que não pedimos sopa mas sim lava de vulcão acabada de sair…tal é a temperatura!

– aguardamos 1 hora pela chegada da comida…efectivamente, se vamos a um restaurante, é porque não temos pressa. Se tem pressa, coma uma sandocha na área de serviço.

– ah, e a música…(a música que já foi tema aqui para outro post) nada melhor do que ouvir música (e a bom volume) num restaurante. Que chique! especialmente se for pan pipes…

– chamamos o empregado que permanentemente faz de conta que não vê. Se calhar é só distraído…

– quando chegam os pratos, nem todos são servidos, ficando uma ou duas pessoas outra meia-hora à espera. Geralmente acontece sempre com as pessoas que fazem o pedido mais simples de todos, tipo o prato do dia…

– depois de todos serem servidos, percebe-se que 1 ou 2 pedidos foram mal assentes, resultando em pratos diferentes para essas pessoas…e para chatear ainda mais, trouxeram carne a um vegetariano…

– entretanto a comida já chegou, mas as bebidas, que deviam ser a primeira coisa a serem servidas, só surgem a meio da refeição. Na realidade a comida já tem uma elevada percentagem de água, portanto também não há-de ser por aí que morremos à sede.

– a mais irritante de todas: pedimos um naco de carne grelhada, perguntam-nos como queremos a carne, dizemos média, e vem super-seca, ou em sangue (mais valia não perguntarem…)

– as batatas fritas são congeladas – para isso íamos ao McDonald’s

– o prato é servido de tal forma cheio com guarnição que precisamos de uma pá para escavar e encontrar a carne debaixo de tudo…

– ainda nem todos acabaram de comer, já o empregado está a levantar os pratos – é que os pratos devem ser poucos e é lavá-los rapidamente para servir noutra mesa…

– pedimos a carta de sobremesas, mas o empregado faz questão de enunciar as sobremesas de cor. Mas como não sabemos o preço, queremos mesmo a lista…paciência!

– quando vemos a carta (gigante), percebemos que das 50 sobremesas diferentes, 45 delas são provenientes de marcas de gelados (aaah, a bela da vienetta…), e só 5 são sobremesas efectivamente da casa

– pedimos uma bola de gelado, que quando chega à mesa já vem completamente derretida…

– Pedimos a conta. Quando vemos, somos surpreendidos por umas quantas surpresas incluídas: água de 1.5L em vez de 0.5L; garrafa de vinho de 0.75L em vez de 0.375L; 3 doses em vez de 2…entre outras coisas que vá-se lá saber porquê, são sempre enganos para cima e nunca para baixo…

– Depois de pedir a conta, pedimos então a factura com o nosso NIF. E agora a cereja no topo do bolo: “ah, devia ter pedido a factura previamente antes de eu ter emitido uma factura simplificada quando pediu a conta”. Claro. Como é que não me lembrei, afinal de contas pedir uma factura é um acontecimento. Um happening. Algo de verdadeiramente especial.

– Tentamos pagar com multibanco, mas…não há! Temos de ir à rua, a 500 metros, levantar dinheiro e simpaticamente pagar a conta, porque essa coisa do pagamento por cartão é um luxo do século 20 que ainda não chegou a todos os lados.

A Mercearia Caseira está a encher as prateleiras…

17 Set

Under_Construction

Depois da primeira época de produção da Mercearia Caseira em 2012/2013, e depois de umas inspiradoras férias, é óbvio que já começámos a trabalhar na nova temporada 2013/2014 que agora começou.

Estamos a testar produtos surpreendentes e arrojados, mas vamos continuar a apostar nos “clássicos”. E como não podia deixar de ser, reforçámos a aposta na qualidade das matérias-primas, provenientes de pequenos produtores ou directamente colhidas na floresta.

O mais difícil nesta fase está a ser nós próprios resistirmos à tentação de devorar os nossos produtos! 🙂

123 Lets Cook!

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Caos na Cozinha

Experiências de uma cozinheira amadora, que gosta de experimentar coisas novas e tem muito jeito para a recriação de cenários de guerra na cozinha

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