Mousse de chocolate rápida do Gordon Ramsay

8 Mai

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Às vezes apetece-nos uma sobremesa, mas nem sempre temos a disponibilidade para a fazer. Ou porque já é muito tarde e está quase na hora do almoço ou do jantar, e o tempo já é curto para preparar alguma coisa… Ou porque são precisos ingredientes que agora não temos na despensa… Ou porque simplesmente, o que nos apetece mesmo é saborear a sobremesa sem perder muito tempo na cozinha a prepará-la.

Esta é a solução para estas situações. Uma mousse de chocolate rápida, que se prepara em 4 minutos (segundo o Gordon Ramsay; na prática cá por casa, entre ir buscar os ingredientes e fazer a mousse, deve demorar uns 10 minutos…) com ingredientes que habitualmente existem na despensa, e que está pronta a comer!

É também uma excelente sobremesa para (em conjunto com um licor fresquinho da Mercearia Caseira ;) ) terminar em grande uma refeição mais pesada, já que esta mousse é bastante mais leve que a tradicional mousse de chocolate, com gemas e margarina.

Ingredientes (4 pessoas, adaptado da “Four-minute chocolate mousse“, do Gordon Ramsay)

- 100 g de chocolate preto 70% de cacau, em barra
- 300 ml de natas (bem frias)
- 3 colheres de sopa de açúcar
- 1 clara
- 1 colher de sopa de amêndoa amarga (opcional)
- biscoitos de amêndoa (para servir, opcional)

Preparação

Começar por preparar uma taça grande com água gelada (ou com água e gelo).
Entretanto, levar ao lume metade das natas e o chocolate partido em pedaços até derreter.
Bater a clara em castelo e ir adicionando o açúcar aos poucos até obter um merengue.
Colocar as restantes natas numa taça, e colocar esta taça dentro da taça com água gelada. Adicionar o preparado de natas e chocolate e bater com a batedeira eléctrica até obter um preparado cremoso. Se pretender, misturar a amêndoa amarga neste preparado.
Juntar merengue ao preparado de chocolate, cuidadosamente para a clara não perder o ponto.
Colocar numa taça, polvilhar com os biscoitos de amêndoa.
A mousse pode ser servida imediatamente ou levada ao frigorífico para refrigerar. Na hora de comer, é só chamar-nos…

Gin tónico e tostas mistas – um lanche para adultos

26 Abr

Gin_Tostas

Nos últimos tempos, temos assistido a uma crescente apetência dos portugueses para com o gin, especialmente os “gin premium”. Enquanto o consumo de whisky parece ter diminuído nos últimos anos, o gin segue exactamente um percurso inverso. Este “hype” à volta do gin percebe-se ao analisar que em Portugal, para além de sermos já um dos 10 principais países no consumo desta bebida para algumas marcas “premium”, muitas outras parecem agora surgir no mercado, com estratégias de marketing mais ou menos agressivas (ainda há uns meses estivemos numa prova de lançamento de uma marca de gin, por exemplo…), e garrafas com design marcadamente atraentes…nós aqui por enquanto ficamo-nos pelo material ainda existente, o “old fashioned” Bombay Sapphire.

Entretanto, os dias que agora se prolongam e as tardes quentes de Sol trazem lembranças de viagens passadas, que apetecem recordar. Um gin tónico e uma tosta mista fazem lembrar os fins-de-tarde no Faial e a esplanada do Peter’s.

Este é um lanche para adultos (que deve ser tomado com moderação)…

E para aqueles que não têm tostadeira (como é o caso aqui por casa), aqui fica a dica: as tostas ficam igualmente boas usando uma simples frigideira anti-aderente e uma tampa ou espátula para fazer pressão! Basta aquecerem a frigideira, colocarem a sandes (feita com pão caseiro, queijo e fiambre) e irem pressionando, primeiro de um lado e depois do outro durante alguns minutos, até o pão estar tostado e o queijo derretido. A ideia foi tirada daqui e funciona na perfeição!

Gin tónico: Ingredientes (por pessoa)

- 60 ml de gin tónico de qualidade
- 150 ml de água tónica (a água tónica da Schweppes é boa)
- 1/2 lima cortada em meias luas
- 6 cubos de gelo

Preparação

Colocar os cubos de gelo num copo alto, adicionar o gin e a lima, finalizando com a água tónica.

Simples!

Risotto de Cogumelos Silvestres & Entrudo Chocalheiro de Podence

19 Abr

Já aqui referimos anteriormente a importância que têm para nós as viagens – qualquer uma acaba sempre por nos transformar um bocadinho. A importância de viajar vai muito para além da experiência sensorial  (ou mesmo espiritual) que encontramos ao chegar. Tem também outros dois lados interessantes: 1º a luta entre o nosso imaginário construído a partir do que lemos, vimos e estudámos sobre o destino, e aquilo que acabamos por encontrar realmente; 2º as memórias selectivas que guardamos à posteriori, que são também realidades muito pessoais (e por vezes distorcidas) e que são efectivamente o que confere um valor único a cada viagem: o que levamos dela nas nossas memórias.

caretos em acçãoNo último Carnaval, tivemos a oportunidade de vivenciar ao longo de 3 dias um dos Carnavais mais místicos de Portugal – e também um dos mais antigos, tradicionais e genuínos do nosso país. Estamos a falar do Entrudo Chocalheiro de Podence, em Macedo de Cavaleiros – bem junto à albufeira do Azibo, de uma beleza natural admirável. A maior parte das pessoas só conhece este entrudo pela presença dos caretos.

caretos e os paparazziHabitualmente por estas alturas as pessoas deslocam-se no Domingo a Podence, e lá tiram umas quantas fotografias mais ou menos artísticas aos caretos, enquanto as crianças ou as mulheres fogem das “criaturas do diabo”. Menos são as pessoas que participam efectivamente nos vários dias das festas, e têm a oportunidade de perceber um pouco mais o pulsar do entrudo chocalheiro. Para além dos caretos, há concertos, bailaricos, animação de rua, passeios, casamentos pregueiros, montarias, desfiles, merendas e jantares comunitários, raids fotográficos, queimadas, mostras e vendas de produtos regionais…

queimadaO irritante tempo (frio e chuva) de 2013 acabou por desmobilizar a romaria de muitos visitantes, deixando este ano Podence mais entregue às pessoas locais. Nada que impedisse o decorrer da festa como planeado. As gentes aqui estão habituadas ao clima hostil, frio e húmido nesta altura do ano. A festa fez-se várias vezes madrugada dentro, independentemente de nevar ou chover, fazer frio ou…frio.

Se bem que os caretos já fizessem parte do nosso imaginário criado pelo que lemos e vimos, a forma genuína com que as pessoas de Podence dão vida a este Carnaval, e transformam-no em algo que só se encontra aqui, fica na nossa memória como uma relíquia a preservar: em especial o pregão casamenteiro, a partilha de merendas, jantares e bebidas quentes a meio da noite (altamente potentes!) para combater o frio, e claro a inclusão de um leque de actuações na noite de segunda-feira que só podia ser marcante: Roncos do Diabo, e Xiribi Show.

A energia dos roncos do DiaboSe os Roncos do Diabo são uma banda enérgica dentro do que se esperava, o Xiribi Show foi para nós algo de surpreendente e…único. Quando alguém chega de carro preto chique, com seguranças, e se vê todo o público ao rubro mal entra em palco…só pode ser alguém importante: é o Xiribi Show.

Uma paródia bem disposta ao vedetismo pop star português, que assentou que nem uma luva neste Carnaval.

Bom…foi também nestas festas que nos decidimos a participar num passeio micológico pela Albufeira do Azibo.

passeio micológico no AziboA oportunidade perfeita para entrarmos no mundo dos cogumelos silvestres, pela mão de um verdadeiro apaixonado e profundo conhecedor – o sr. Porfírio Lima.

passeio micológico com Porfírio LimaA paixão é partilhada com a restante família – assim sendo, no fim do passeio, nada melhor do que provar umas deliciosas iguarias de cogumelos (incluindo uma muito gostosa e quente sopa de cogumelos) preparadas pela sua esposa.

passeio micológico e cogumelos

Aproveitámos para trazer um pequeno saco de cogumelos da espécie Boletus aereus (Cabeça de Negro), que tivémos agora a oportunidade de provar num risotto. Os cogumelos Cabeça de Negro foram-nos recomendados pelo Sr. Porfírio como sendo uns cogumelos muito saborosos para preparar um risotto (e realmente foram!), mas a receita que aqui fica pode facilmente ser adaptada a outras espécies de cogumelos.

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Ingredientes (2 pessoas)

- 30 g de cogumelos Cabeça de Negro (Boletus aereus) secos
- 125 g de arroz arbóreo
- 200 ml de vinho branco
- 1 litro de caldo de carne quente(quantidade aproximada e a ajustar em função do arroz utilizado)
- 1 dente de alho
- 1 cebola pequena
- 50 de queijo (neste versão usou-se um queijo regional de vaca e ovelha)
- 1 colher de chá de manteiga
- azeite de alecrim, tomilho e louro Mercearia Caseira q.b.
- salsa fresca q.b.
- pimenta preta q.b.
- sal q.b.

Preparação

Colocar os cogumelos numa taça e cobri-los com água tépida para hidratarem. Quando os cogumelos estiverem hidratados, escorrer a água.
Numa frigideira juntar o alho picado finamente e o azeite de alecrim, tomilho e louro, e saltear rapidamente os cogumelos durante cerca de 2 minutos. Reservar.
Num tacho, refogar a cebola picada finamente com o azeite de alecrim, tomilho e louro, até a cebola ter amolecido.
De seguida juntar o arroz, envolver bem, e adicionar uma concha do caldo de carne, mexendo bem. Juntar o vinho branco e envolver, até o líquido ser absorvido.
Aos poucos, ir adicionando o caldo de carne, mexendo regularmente, até o líquido anterior ser absorvido, e verificando a cozedura do arroz.
Quando o arroz estiver quase cozido, juntar os cogumelos, e continuar o procedimento anterior até o arroz estar totalmente cozido (o que demora entre 20 a 30 minutos em função do arroz usado).
Retirar o tacho do lume e juntar o queijo, a manteiga e salsa fresca picada, envolvendo bem.
Temperar com pimenta preta e retificar o sal.
Servir polvilhado de salsa fresca.

A acompanhar, abriu-se um respeitoso vinho tinto de 2001 da casta mais marcante do nosso país: Touriga Nacional. Esta produção das Caves Velhas é um vinho monocasta da região da Estremadura. Macio, estruturado (mas não em demasia) e redondo, perfeito para equilibrar a gordura do risotto.

careto

A que horas o Mundo come?

27 Mar

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“Encontramo-nos a que horas? Às 20h?…é muito tarde? Que tal às 17h00? Hein??”

Bom, se é verdade que este blog tem como principal tema “fazer viagens gastronómicas sem sair de casa”, não deixa também de ser verdade que para nós, viaja m…IR… é também um prazer incondicional.

E quando vamos a algum lado, por vezes somos confrontados com realidades bem diferentes das nossas, podemos mesmo ser apanhados desprevenidos – as horas das refeições, são uma das situações que nos podem surpreender…e neste aspecto, a surpresa quase sempre resulta mal: podemos bater com o nariz na porta de restaurantes, ou simplesmente não arranjar mesa por estar tudo cheio.

Já aconteceu chegar a um restaurante Brest (França) às 21h00, e percebi que já se estava a lavar o chão…foi então que percebi que nesse dia já não ía jantar…

Neste preciso momento, o que despoletou este post, foi mesmo a familiarização com almoços às…11h30. E o jantar às 17h00! Loucura? Não…realidade, pelo menos na Noruega. É certo que há já alguma flexibilidade de muitos restaurantes, mas os hábitos culturais são assim mesmo. Sair do trabalho às 15h30 / 16h00, para jantar 2 horas depois aquela que é a refeição principal. Pode parecer loucura, mas se imaginarmos que os Países escandinavos são países muito frios, se calhar a vontade de por exemplo saír à rua para jantar às 20h00, já não é muita.

Já para os nossos vizinhos espanhóis, a coisa é bem diferente. Para os espanhóis as refeições são realmente um prazer para saborear com tempo, principalmente se acompanhado com uma boa conversa. É por isso que para além de almoçarem por volta das 15h00 (muitas vezes seguido de sesta…), não se coíbem de jantar às 22h00, que, regra geral, é apenas uma refeição ligeira, constituída por tapas, vinho ou cerveja e dois dedos de conversa.

Já para não falar na Grécia: ninguém janta mais tarde do que eles. A coisa agrava-se no Verão, pois com o calor, a vontade de jantar é ainda menor…o que torna a meia noite como uma boa hora para entrar num restaurante!

Na realidade, são hábitos mediterrâneos: jantar tarde, onde se incluem também algumas regiões francesas, ou mesmo Portuguesas – como o Algarve, onde se janta mais tarde que no resto do País.

Estes hábitos acabaram também por se espalhar para a América do Sul.

Em Portugal, já todos sabemos como é…o lado mais negativo dos nossos rigorosos e pouco flexíveis hábitos alimentares (temos muito pouca flexibilidade no que respeita por exemplo à hora que jantamos) quando comparado com os nossos vizinhos espanhóis acaba por nos prejudicar na gestão de restaurantes e de reservas, uma vez que todos saem para almoçar ou jantar às mesmas horas…

É curioso o facto de na Rússia, por exemplo em São Petersburgo, as horas de jantar também variarem bastante – especialmente devido às grandes variações nas horas de Sol. Assim, se no Inverno se pode jantar às 19h, no Verão, em que existe o chamado Sol da Meia Noite / noites brancas, jantar às 23 não é nada de excepcional.

Nas grandes cidades e capitais os horários esbatem-se bastante, sendo já hábito refeições mais tardias. Os hábitos são contudo mais rígidos nas pequenas cidades ou vilas, onde ainda se verificam muitas refeições bem cedo.

Também é curioso que comparando vários países, as horas de almoço não variam assim tanto, mas as horas de jantar podem apresentar diferenças de quase 6 horas! Fica uma compilação de alguns países na tabela abaixo (note-se que esta lista não significa que não hajam diferenças dentro dos próprios países, muitas vezes bastante significativas. Assim, a tabela é apenas indicativa).

Horas das refeições(clique na imagem para ver tabela com melhor resolução)

Bolo de limão e côco

15 Mar

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O fim-de-semana está à porta e nada melhor do que saboreá-lo com um bolo. Os limões que andavam cá por casa sem destino certo juntaram-se ao côco, e do forno saiu este bolo de limão e côco. É um bolo ideal para acompanhar uma chávena de chá quente, se o frio se continuar a fazer sentir, ou frio, se a Primavera que se aproxima trouxer com ela uns dias mais quentes.

Ingredientes (cerca de 10 fatias)

(Bolo)

- 175 g de açúcar
- 175 g de farinha de trigo sem fermento
- 175 g de margarina (à temperatura ambiente)
- 12 g de fermento químico
- 3 ovos
- 20 g de côco
- 75 ml de natas
- raspa de 1 limão
- margarina q.b. para untar a forma
- côco q.b. para polvilhar

(Calda de limão, opcional)

- sumo de 2 limões (cerca de 75 ml)
- 75 g de açúcar (a quantida de açúcar deve ser ajustada à acidez dos limões, podendo também ser adicionado um pouco de água)

Preparação

(Bolo)

Junte todos os ingredientes para o bolo numa taça, com excepção da margarina para untar e do côco para polvilhar.
Bata bem com a batedeira, até obter uma mistura homogénea.
Unte ligeiramente a forma com um pouco de margarina, forre com papel vegetal e volte a untar ligeiramente. Deite o preparado para o bolo na forma.
Leve a cozer, em forno pré-aquecido a 180 ºC, durante cerca de 45 minutos*.
Verifique com um palito se está cozido e retire do forno.
Se não optar pela calda de limão, polvilhe com o côco ralado e deixe arrefercer na forma, antes de desenformar.

(Calda de limão)

Se optar pela calda de limão, enquanto o bolo coze coloque o sumo dos limões com o açúcar numa taça, e deixe o açúcar dissolver totalmente.
Quando retirar o bolo do forno, pique-o com um palito e verta a calda.
Polvilhe com o côco ralado.
Densenforme o bolo quando este estiver arrefecido completamente.

Este bolo fica igualmente bom se o limão for substituído por laranja.

* O tempo de cozedura depende sempre um pouco das características do forno usado e deve ser ajustado em função deste.

Francesinha com ovo estrelado

8 Mar

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Não se pode dizer que a francesinha seja o prato mais saudável do mundo, mas que sabe bem, sabe! E uma de vez em quando (como tudo o que é comido com moderação), não faz assim tanto mal… A francesinha é uma imagem de marca da gastronomia do Porto. Já foi até considerada uma das dez melhores sanduíches do Mundo, e muitas são as discussões por onde se come a melhor francesinha no Porto. Há por aqui opiniões?

Nem se consegue perceber bem, aliás, porque não se internacionaliza o negócio da francesinha. Francesinha franchisada (soa a pleonasmo, mas não é), para concorrer com as sanduíches e os hamburgers espalhados pelo Mundo. Porque não?!  Fica a ideia…

Bom…mas cá por casa, de vez em quando, fazem-se francesinhas… a lembrar o Porto…. Algumas são feitas na versão mais original, noutras, como a de hoje, alguma da charcutaria tipicamente de porco é substituída por perú.

Ingredientes (2 francesinhas):

(Molho, adaptado Sabor Intenso)*

- 2 cebolas picadas
- 3 dentes de alho picados
- 20 g de margarina
- 1 folha de louro
- 50g de bacon
- 4 colheres de sopa de polpa de tomate
- 2 dl de vinho branco
- ½ litro de cerveja
- 2 dl de caldo de carne (caseiro, ou dissolver um cubo de caldo de carne em 2 dl de água)
- 2 colheres de sopa de sopa instantânea de marisco
- ½ dl de vinho do Porto
- ½ dl de whisky
- piri-piri q.b.

(Sanduíche)

- 6 fatias de pão de forma ligeiramente torrado
- 2 bifes de novilho finos
- 4 salsichas de perú
- 2 linguiças
- 4 fatias de mortadela de perú
- 4 fatias de fiambre de perú
- 10 fatias de queijo flamengo
- 2 ovos
- sal q.b.
- pimenta preta q.b.
- azeite q.b.

Preparação:

(Molho)

Picar finamente a cebola e o alho. Levar a refogar com a margarina, o louro e bacon.
Quando estiver refogado, juntar a polpa de tomate e o vinho branco. Deixar ferver.
Quando estiver a ferver, juntar a cerveja e deixar cozinhar em lume brando durante 15 minutos.
Dissolver a sopa instantânea no caldo de carne e, ao fim dos 15 minutos, juntar ao molho anterior, deixando ferver. Retirar do lume.
Retirar o bacon e o louro, e triturar com a varinha mágica.
Levar novamente ao lume e adicionar o whisky e o vinho do Porto.
Temperar com piri-piri a gosto e deixar ferver durante 2 minutos.
Retirar do lume e reservar.

(Sanduíche)

Temperar os bifes com sal e pimenta.
Aquecer o azeite numa frigideira, e fritar os bifes.
Juntar as salsichas para dourar um pouco.
Cortar as salsichas ao meio (no sentido longitudinal).
Cortar a linguiça em quatro partes (ao meio no sentido transversal e ao meio no sentido longitudinal).
Num prato que possa ir ao forno, colocar uma fatia de pão torrado no fundo, um bife, a linguiça e 2 fatias de mortadela de perú. Cobrir com mais uma fatia de pão torrado, e por cima colocar metade das salsichas, 2 fatias de fiambre de perú. Terminar com mais uma fatia de pão torrado. Cobrir com 5 fatias de queijo flamengo.
Repetir o processo para a outra francesinha.
Levar ao forno (cerca de 200 ºC) para gratinar, por aproximademente 5 minutos.
Entretanto, estrelar os ovos com um pouco de azeite.
Quando o queijo estiver derretido, colocar o molho quente por cima e terminar com o ovo estrelado, polvilhado com um pouco de pimenta.**

Acompanhar com batatas fritas.

* Esta quantidade de molho costuma ser suficiente para quatro francesinhas aqui por casa, por isso costumo congelar metade, que fica pronta para uma próxima francesinha.
** Costumo colocar palitos na francesinha, que ajudam a comê-la sem que se desmanche toda.

Olá Évora

26 Fev

MerceariaCaseira_Agroloja

Apesar de ultimamente não termos colocado aqui muitas novidades, a Mercearia Caseira não tem estado parada e para além do novíssimo licor de romã (lançado há poucos dias), trazemos novidades fresquíssimas!

Brevemente vamos lançar mais 3 produtos novos. Todos eles resultam da transformação de fruta da época, seleccionada e proveniente de produtores nacionais. Para aguçar o apetite, ficam as seguintes palavras no ar: laranja, cenoura e goiaba!

Mas a novidade que queremos partilhar hoje é outra…

Não resistimos ao desafio que nos foi colocado logo no início do ano: porque não vender também para lojas e espaços de referência, fora de Lisboa, onde temos mais dificuldade em chegar?

Pois bem…respondemos afirmativamente ao desafio – os nossos produtos estão já à venda na Agroloja (http://www.facebook.com/Agroloja), no Centro de Évora. Inaugurada no passado dia 23 de Fevereiro, esta loja disponibiliza desde o primeiro dia, licores, chutneys, doces, sal, flor de sal e azeite provenientes da Mercearia Caseira.

Desejamos toda a sorte do Mundo à Agroloja, e à sua criadora Leopoldina Justa, que nos desafiou para fazer parte deste projecto!

copyright: facebook.com/agroloja

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